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Atletas premiados no esporte e na fé

O que têm em comum Usain Bolt,  Simone Biles, Almaz Ayana, Juan Martín del Potro, Angelique Kerber, Juliana e Marílson dos Santos, entre outros atletas que participam da Rio 2016? Treinamento duro, dedicação e sua fé católica.

Para seus admiradores, sua demonstração de fé pode ser um fator a mais de admiração, seja de forma positiva ou de “incômodo”: qual a importância desse aspecto de suas vidas particulares em seu desempenho esportivo? Podemos citar, por exemplo, que a fé os ajuda a se animarem nos momentos difíceis; coloca em perspectiva os momentos bons e maus de seus desafios; e certamente evita a perigosa idolatria de si mesmos quando seus esforços brilham em forma de medalhas e recordes.

Não bastaria para isso o apoio supersticioso em rituais, que também costumam estar presentes nas práticas de alguns esportistas; a vivência da fé oferece gradualmente aos atletas uma visão diferente dos objetivos a serem alcançados. Suas habilidades são compreendidas como um dom, que eles colocam a serviço de Deus para alcançar um bem para si e para os outros: seja o respeito ao país que representam; o sonho de ter uma vida livre de vícios; a dedicação que os torna exemplo de superação e ânimo para todos.

Juliana dos Santos
Juliana dos Santos: medalha de ouro e terço no pódio dos Jogos Pan-Americanos no Canadá, em 2015

 

“A minha vitória vem da graça de Deus e da minha entrega ao Senhor”.
“Deus está no meio de nós. É difícil dizer que vamos expor nossa fé, erguer o terço. Mas, não podemos ter medo. É Ele quem nos dá a vitória”. (Juliana dos Santos, corredora dos 5.000m)

 

“Estou tentando ser uma pessoa melhor a cada dia e fazer o que meus pais me ensinaram quando era criança. Alguns atletas podem mudar, porque não é fácil ficar famoso muito rápido”. (Juan Martín del Potro, tenista argentino, medalha de ouro na Rio 2016)

 

“Meu doping é Jesus”. “Esta vitória significa tudo para mim. Deus é quem me trouxe aqui. Isto é algo enorme na minha vida”. (Almaz Ayana, atleta etíope, medalha de ouro e recordista mundial dos 10.000m na Rio 2016)

 

“Minha fé católica é muito importante para mim. Sempre foi e sempre será. Faz parte de quem sou e me sinto tranquila ao praticar minha fé, pois me ajuda a colocar as coisas em perspectiva.”
“Eu rezo uma oração – ou duas – antes de qualquer competição. A Ave Maria é uma linda oração e me tranquiliza.” (Katie Ledecky, nadadora americana, medalha de ouro dos 200 e 400 metros livres na Rio 2016)

 

“Antes de entrar na quadra, ajoelhei-me e comecei a rezar, pedindo a Deus que me desse fortaleza, me ajudasse a usar o talento que Ele me deu e me desse essa confiança para alcançar esta meta e realizar o meu sonho. Obrigada meu Pai, obrigada Deus por esta bênção.” (Mónica Puig, tenista porto-riquenha, medalha de ouro na Rio 2016)

 

“O atletismo é um esporte muito mental, há muita pressão e colocam a expectativa no atleta. Cumprir com o que sei e saber que tudo o que foi dado provém de Deus, sem dúvida, tem um papel muito importante para mim.” (Sydney McLaughlin, 17 anos, a mais jovem atleta da equipe dos EUA na Rio 2016)

 

Usain Bolt e a Medalha Milagrosa que sempre traz consigo
Usain Bolt e a Medalha Milagrosa que sempre traz consigo

 

“Com Deus tudo é possível… Destruí no treino hoje #thankuGod” (Usain Bolt, corredor jamaicano, medalha de ouro nos 100m na Rio 2016, no Twitter)

 

 

Bibliografia:

Totus Mariae
Totus Mariae
Comunidade Totus Mariae

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